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Estratégias psicológicas para manejo da dor em atletas de resistência
| dc.contributor.advisor | Godoy, Rossane Frizzo de | |
| dc.contributor.author | Tizatto, Pedro Henrique | |
| dc.contributor.other | Boff, Raquel de Melo | |
| dc.contributor.other | Balico, Luciana Cristina Mancio | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-27T12:01:57Z | |
| dc.date.available | 2026-01-27T12:01:57Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-04 | |
| dc.date.submitted | 2025-11-26 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ucs.br/11338/15269 | |
| dc.description | A dor durante o exercício é um componente central nas modalidades de resistência, nas quais atletas permanecem por longos períodos sob esforço contínuo, decisões frequentes sobre ritmo e exposição reiterada ao desconforto. Apesar do avanço das ciências do esporte, ainda há lacunas em relação às estratégias para manejar a dor nesse contexto específico. Partindo da compreensão contemporânea da dor como experiência biopsicossocial - modulada por processos atencionais, cognitivos e afetivos -, este estudo toma as estratégias psicológicas como alvo privilegiado para promover autorregulação, segurança e desempenho em atletas de resistência. O presente trabalho objetiva identificar estratégias psicológicas para manejo da dor em atletas de resistência. Como objetivos específicos, propõe-se: (a) descrever esportes de resistência; (b) identificar as particularidades psicofisiológicas de atletas de resistência; (c) descrever dor no contexto esportivo; e (d) identificar estratégias psicológicas utilizadas para lidar com a dor. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. A busca bibliográfica contempla descritores combinando população, processos psicológicos e dor, com recorte temporal recente e publicações em português e inglês. As bases de dados utilizadas foram PubMed e Taylor & Francis. Foram localizados 1.401 registros, dos quais incluíram-se 8 artigos após aplicação dos critérios de elegibilidade. Os estudos analisados convergem para a viabilidade de estratégias psicológicas de manejo da dor, associadas a menor catastrofização, maior tolerância ao desconforto e melhor autorregulação em condições ecológicas. Todavia, o campo permanece em crescimento, com amostras reduzidas, heterogeneidade de medidas e escassez de ensaios controlados e de produção nacional, o que limita a generalização. Conclui-se que estratégias psicológicas são promissoras para manejar a dor nos esportes de resistências, promovendo bem-estar e saúde mental nesse contexto; pesquisas futuras devem ampliar ensaios clínicos randomizados, padronizar desfechos (dor, interferência funcional e desempenho) e explorar aplicações no contexto brasileiro em consonância com a expansão da Psicologia do Esporte no país. [resumo fornecido pelo autor] | pt_BR |
| dc.language.iso | pt | pt_BR |
| dc.subject | Esportes - Aspectos psicológicos | pt_BR |
| dc.subject | Dor - Aspectos psicológicos | pt_BR |
| dc.subject | Exercícios isométricos - Aspectos psicológicos | pt_BR |
| dc.title | Estratégias psicológicas para manejo da dor em atletas de resistência | pt_BR |
| dc.type | Monografia | pt_BR |
| mtd2-br.advisor.instituation | Universidade de Caxias do Sul | pt_BR |
| mtd2-br.program.name | Bacharelado em Psicologia | pt_BR |
| mtd2-br.campus | Campus Universitário de Caxias do Sul | pt_BR |
| local.data.embargo | 2025-12-03 |
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Psicologia - Bacharelado [302]
