Montanhas azuis

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As Montanhas Azuis transformam-se no autorretrato do poeta. A metáfora das montanhas indica com serenidade a invisível presença da morte. Oscar Bertholdo faz de sua poesia um diálogo, questionando o sentido do tempo, a necessidade de solidão, a presença de Deus, a condição humana, sempre com longos versos, numa fortíssima tentativa de alcançar com palavras o sentido da vida. O telúrico é apenas pretexto. O verdadeiro contexto é a esperança que perpassa toda a obra do poeta. Sua angústia nada tem de desesperador. Diante do inexorável para o qual toda a vida humana se dirige, diz: "morte em que hei de adormecer / a semente enamorada de dádivas". A poesia de Oscar Bertholdo, escrita em estado de confissão, não tem truques, impõe-se por sua complexa simplicidade. É um parreiral florido, ainda não podado. A forma poética progride em ciclos, como a natureza. Nesse momento, com o nevoeiro escondendo os vales, ela aponta para as montanhas. Realmente, é uma poesia de raízes locais, mas também universais. (Jayme Paviani) * Lançamento póstumo de poesias inéditas de Oscas Bertholdo.

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