Um estudo sobre o consumo compartilhado do transporte pessoal para os estudantes universitários
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2020
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O consumo compartilhado tem como intenção mensurar o comportamento do consumidor, com a finalidade principal de entender as pessoas em seu papel de cliente e porque consumir, obtendo conhecimentos que são desconhecidos, com suma importância em aprimorar e expandir as informações. A análise do consumo compartilhado resulta na inteligência mental de saber comprar, e ser consumista com consciência, redução de custos para si, diante de uma compra desnecessária e a maximização dos lucros próprios, com a real necessidade do que realmente se precisa comprar. O presente trabalho tem como objetivo identificar o nível de importância dos valores motivacionais associados à decisão do consumo compartilhado no transporte pessoal para os estudantes universitários, para entender a sua real necessidade. Para o seu desenvolvimento foi utilizada a pesquisa de natureza quantitativa e nível descritivo e as estratégias de pesquisa bibliográfica e levantamento de campo (survey). Os resultados da pesquisa mostraram que a amostra se compunha de 50,7% mulheres e 49,3% homens; predominância da faixa etária entre 19 a 39 anos; maioria era solteiros(as); renda familiar entre 3 a 10 salários mínimos e; com ensino superior incompleto. A maioria dos pesquisados estuda na modalidade presencial na Universidade de Caxias do Sul; residem em Caxias do Sul e; utilizam carro para se locomover até a instituição de ensino. A pesquisa mostrou que 52,7% já praticaram o consumo compartilhado e; o compartilhamento de caronas como o principal tipo utilizado. No Fator 1 ‘Importância do Consumo Compartilhado de Caronas’, a carga fatorial para o determinante ‘Benefícios Econômicos’ ficou em 0,830. No Fator 2 referente às ‘Motivações para o Uso do Consumo Compartilhado de Caronas’ verificou-se que o determinante ‘Boa Convivência’ apresentou a carga fatorial mais elevada, 0,830. No Fator 3 ‘Influência da Economia Compartilhada’, o determinante de carga fatorial mais elevada foi o ‘Prejuízo aos Métodos Tracionais’ em 0,883 [resumo fornecido pelo autor].
