Roteiro turístico, tradição e superação: tempo, espaço, sujeito e (geo)tecnologia como categorias de análise

dc.contributor.advisorGastal, Susana de Araújo
dc.contributor.authorCisne, Rebecca de Nazareth Costa
dc.date.accessioned2014-06-04T19:27:09Z
dc.date.available2014-06-04T19:27:09Z
dc.date.issued2014-06-04
dc.date.submitted2010-09-30
dc.descriptionA presente pesquisa tem como tema o Roteiro Turístico, buscando avançar na sua análise em termos teórico e conceitual, questionando se as categorias Sujeito e (Geo)Tecnologias, agregadas ao conceito de Roteiro Turístico, contribuiriam para redimensioná-lo e equacioná-lo com uma construção epistemológica do Turismo que transcendesse os limites mercadológicos e economicistas e, particularmente, incorporasse a lógica dos fluxos. A literatura especializada ainda dedica pouco espaço e aprofundamento à questão do roteiro e à roteirização, conforme o demonstrou a pesquisa exploratória inicial desta investigação, da qual também emergiram as categorias Tempo, Espaço e Tematização. Estas categorias demarcam o que, no corpo do trabalho, passou a ser tratado com Roteiro Turístico Tradicional. O avanço da análise mostrou que, na atualidade, o Roteiro Turístico deve contemplar, na sua abordagem, Sujeito e (Geo)Tecnologias, como novas categorias constituintes para a compreensão do Roteiro Turístico. A Dialética, tomada como opção metodológica inicial para dar suporte ao diálogo necessário entre o estado da arte atual, portanto a TESE, e os questionamentos e proposições de novas categorias (Sujeito e Tecnologia), para a composição da ANTÍTESE, mostraram-se insuficientes para encaminhar a SÍNTESE; o impasse exigiu o questionamento do caminho percorrido, inclusive em termos metodológicos, para o avanço da investigação. Como conseqüência, buscou-se na COMPLEXIDADE, conforme proposta por Edgar Morin, o suporte epistemo-filosófico, para o prosseguimento da investigação. Disso, resultou a idéia de Fluxo como categoria para organizar a compreensão que se buscava. Com esses subsídios, a construção da Síntese levou à superação do entendimento do Todo como a soma das partes, ou seja, não apenas uniram-se as categorias para propor um conceito de Roteiro Turístico mas, a partir de sua equalização, pode-se perceber o Roteiro Turístico em três esferas: (1) a priori; (2) empirização; e (3) a posteriori.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ucs.br/handle/11338/599
dc.language.isoptpt_BR
dc.subjectTURISMOpt_BR
dc.subjectRoteiro turísticopt_BR
dc.subjectTurismopt_BR
dc.subjectSujeitopt_BR
dc.subjectTempopt_BR
dc.subjectEspaçopt_BR
dc.subject(Geo)Tecnologiapt_BR
dc.subjectTematizaçãopt_BR
dc.subjectViagenspt_BR
dc.subjectItinerary Tourspt_BR
dc.subjectTourismpt_BR
dc.subjectTourism beingpt_BR
dc.subjectTimept_BR
dc.subjectSpacept_BR
dc.subjectThematizationpt_BR
dc.subject(Geo)Technologypt_BR
dc.subjectVoyages and travelspt_BR
dc.titleRoteiro turístico, tradição e superação: tempo, espaço, sujeito e (geo)tecnologia como categorias de análisept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
mtd2-br.advisor.instituationUniversidade de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/3817626566726111pt_BR
mtd2-br.author.lattesCISNE, R. N. C.pt_BR
mtd2-br.program.namePrograma de Pós-Graduação de Mestrado em Turismopt_BR

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