Prevalência de lesões em atletas de voleibol da categoria infanto-juvenil da serra gaúcha
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2019
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O objetivo central deste estudo foi de identificar as principais lesões que acometem atletas de Voleibol em três dos principais clubes formadores da Serra Gaúcha. Para esta pesquisa foi necessário realizar um estudo quantitativo de natureza epidemiológica, recorrendo à aplicação de um questionário fechado, validado e testado previamente. Fizeram parte da pesquisa um total de 80 atletas, sendo 43 do sexo masculino e 37 atletas do sexo feminino, com idades entre 13 e 18 anos, participantes da categoria infanto juvenil no ano de 2019, estes federados junto a Federação Gaúcha de Volley-Ball (FGV). Nos resultados verificou-se uma adesão de 100% dos atletas (80 questionários respondidos), tendo identificado 79 casos apresentando algum tipo de lesão relacionada a prática do Voleibol. O membro inferior foi a região anatômica mais afetada (55,0%), principalmente tornozelo (32,5%), joelho (17,5%), tronco/coluna (12,5%), mão (11,3%), ombro (7,5%), coxa (5,0%) e outros casos (2,5%). Registrou-se predominantemente a maior parte das lesões em situações de treino (86,3%), associados a um período de recuperação da lesão com tempo mínimo de 1 semana e máximo de 7 meses. As causas das lesões referidas tiveram a grande maioria originadas na zona de ataque (60,0%), estas identificadas principalmente nos fundamentos de ataque (61,3%) e bloqueio (42,5%). Concluiu-se que nos clubes observados existe um alto índice de lesões, o qual pode estar associado ao elevado tempo de exposição a modalidade, o inicio precoce dentro da mesma sem uma preparação adequada e uma carência de medidas preventivas relacionadas as lesões (sic).
