O trabalho do assistente social com famílias nos centros de atenção psicossocial

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2022-07-07

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O presente estudo é um Trabalho de Conclusão de Curso cujo tema é o trabalho do Assistente Social com famílias nos Centros de Atenção Psicossocial e tem o seguinte problema de pesquisa: como se dá o trabalho do Assistente Social com famílias na atenção à saúde mental nos CAPS? Portanto, teve como objetivo geral identificar como tem se dado o trabalho do Assistente Social com famílias na atenção à saúde mental nos CAPS. Esse objetivo geral se desdobra nos seguintes objetivos específicos: contextualizar a proposta da Reforma Psiquiátrica e sua materialização no contexto da política de saúde no Brasil; compreender a relação entre o Serviço Social e a política de saúde mental no contexto da política de saúde; identificar o trabalho realizado pelos Assistentes Sociais junto às famílias na atenção prestada aos usuários dos Centros de Atenção Psicossocial. Para compreender o objeto de estudo do presente trabalho, foi utilizado o método materialista histórico-dialético, destacando as categorias totalidade, contradição, historicidade, mediação e trabalho, que foram utilizadas para compreender o objeto de estudo, compreendendo a relação histórica da política de saúde mental no contexto da política de saúde no Brasil. Trata-se de um estudo quanti-qualitativo, para o qual se utilizou da realização de pesquisa documental em legislações relativas à política de saúde mental no Brasil, utilizando-se ainda de dados oriundos do Datasus de abril de 2022. Também, realizou-se pesquisa bibliográfica a partir de textos, artigos e livros sobre a temática da saúde mental Serviço Social e famílias, como também nos Anais do 15º e 16º Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais (CBAS), realizados nos anos de 2016 e 2019, buscando identificar o trabalho de Assistentes Sociais com famílias nos CAPS. Foi possível visualizar que há poucos assistentes sociais (7,04%) em relação ao total de profissionais inseridos nos CAPS, e que as regiões norte, nordeste e sul, compreendem cerca de 8% de Assistentes Sociais se comparado ao total de profissionais de suas respectivas regiões, seguidas da região centro-oeste (7,5%) e da região sudeste com a menor porcentagem (5,8%) (DATASUS, 2022). Aprendeu-se que os Assistentes Sociais historicamente têm sido demandados ao trabalho com famílias na saúde mental, e, particularmente nos CAPS, é visto como o profissional mais preparado para o trabalho com as famílias. Porém, identificou-se que há pouca socialização acerca deste trabalho, conforme demonstrado na pesquisa realizada junto aos Anais dos CBAS. Das 3.155 produções do CBAS, apenas 24 (13,14%) abordavam CAPS, e dessas 24, apenas 5 (0,5%) se relacionavam às famílias. As discussões apresentadas nos artigos como um todo demonstram que existem diversas possibilidades de trabalho a serem desenvolvidas junto aos usuários e seus familiares nos CAPS, que possibilitam a reintegração social e construção de autonomia dos indivíduos dentro de um espaço coletivo e em liberdade. Evidenciou-se, contudo, uma centralidade em abordagens individuais junto às famílias. Considera-se portanto, fundamental que se avancem em discussões acerca do trabalho com famílias nos diferentes tipos de CAPS, pois percebe-se a importância deste trabalho e a contribuição do assistente social, a partir de uma perspectiva ampliada em saúde, ancorada na reforma psiquiátrica e no projeto ético-político profissional. [resumo fornecido pelo autor]

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