Reforma psiquiátrica brasileira e a humanização na prática da eletroconvulsoterapia : indicações atuais a partir de uma revisão bibliográfica

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2019

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O objetivo do trabalho é identificar como a Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB) contempla a prática da eletroconvulsoterapia (ECT) na humanização dos tratamentos em saúde mental a partir da visão da psicologia. Para atender ao objetivo geral, foram elencados aspectos relevantes da história da Reforma Psiquiátrica Brasileira, descrevendo a eletroconvulsoterapia na perspectiva atual, destacando indicações e benefícios, além de identificar contribuições do psicólogo sobre a ECT no movimento da RPB. A metodologia se caracteriza por uma pesquisa qualitativa exploratória e interpretativa, configurando-se como uma pesquisa bibliográfica. Utilizou-se como base de dados a Biblioteca Virtual SCIELO, analisando artigos científicos no período de 15 anos. No referencial de análise, aplicou-se análise de conteúdo, criando duas categorias, onde respectivamente foram dívidas em três subcategorias. A primeira categoria descrita como Eletroconvulsoterapia dividiu-se em três subcategorias, contabilizando 12 artigos científicos: Definição da eletroconvulsoterapia, uso da eletroconvulsoterapia em pacientes com doenças psiquiátricas e a eletroconvulsoterapia na Reforma Psiquiátrica Brasileira. Já a segunda categoria, com o título Reforma Psiquiátrica Brasileira dividiu-se em três subcategorias, abarcando 16 artigos científicos: História da Reforma Psiquiátrica Brasileira, desafios da Reforma Psiquiátrica Brasileira e profissionais da saúde frente à Reforma Psiquiátrica Brasileira. O estudo apontou para o fato de a técnica de eletroconvulsoterapia é uma modalidade interventiva da psiquiatria, inaugurada na década de 30 utilizada ininterruptamente até hoje. Além disso, a eletroconvulsoterapia se mostra eficaz em pacientes com sintomas depressivos, maníacos e psicóticos graves. Com o avanço da sua técnica, a ECT tornou-se um procedimento seguro devido aos cuidados durante e após a sua realização, tratando-se principalmente da utilização de tratamento como: psicoterapia, psicofarmacologia e consultas médicas regulares no Sistema Único de Saúde (SUS). Desta forma, com as discussões conceituais analisadas, verificou-se que a saúde mental deve ser vinculada aos direitos humanos, promovendo-a, trazendo qualidade de vida ao indivíduo com doença mental. Porém, a eletroconvulsoterapia possui estigmas ruins, tornando-se um assunto polêmico, se apresentando controverso tanto para profissionais voltados na área da saúde, como a sociedade, devido a sua associação aos manicômios/asilos empregada no passado, sem controle e/ou conhecimento, sendo administradas altas doses de eletricidade sem anestesia, levando à perda de memória, ossos fraturados e outros efeitos colaterais graves (sic).

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