Gerenciamento dos custos de produção em uma empresa do setor vitícola utilizando o TDABC
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2017
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Visando as dificuldades apresentadas no cenário do setor vitícola, como por exemplo, o constante reajuste nos preços dos insumos e a pouca valorização do preço de venda da uva no âmbito produtor/vinícola, torna-se necessário criar mecanismos que possibilitem o proprietário a gerenciar seus custos e automaticamente garantir solidez econômica do negócio. O presente trabalho propõe a empresa, situada no distrito de Vila Seca, Caxias do Sul/RS, a implantação do gerenciamento dos custos de produção utilizando premissas ligadas ao Custeio Baseado em Atividade e Tempo (TDABC). Para alcançar este fim, foi mapeado todos os agentes que consomem recursos financeiros do proprietário, tomando como base para construção do trabalho as atividades produtivas da empresa e seus respectivos tempos de duração. A realização do trabalho permitiu a empresa compreender onde e de que forma os custos estão atrelados ao negócio, possibilitando relacionar estes dados com a margem de lucro. Considerando os resultados, entende-se que o TDABC apresentou-se como uma ferramenta adequada para este fim, visto que identificou e mensurou os agentes que formam o custo da operação, neste sentido, pode-se verificar que o custo hora máquina, seguido do custo hora homem representam aproximadamente 68% do custo total, a análise inclusive, procura precisar o período do ano que estes custos alcançam seus picos, primeiramente em Fevereiro ocasionado devido a colheita e a demanda de horas homem e máquina que a mesma exige, e secundariamente no intervalo entre Julho e Setembro, tendo como principais responsáveis as atividades de Poda e Aplicação de Defensivos, ambas somam horas homem acima das demais. A partir destas diretrizes orienta-se o proprietário a qual agente e qual momento exige-se maior atenção. Procurando auxiliar o produtor em suas iniciais tomadas de decisão, são sugeridas melhorias pontuais, a fim de reduzir os atuais custos de um dos principais agentes. Por fim, cabe ao proprietário a manutenção da planilha eletrônica de controle desenvolvida, atualizando, sempre que necessário, tempos de operação homem e máquina, além dos custos de insumos e demais agentes, desta forma, o monitoramento da operação permanecerá direcionando o melhor caminho para a maximização dos resultados (sic).
