Análise da implantação de segundo turno em uma vinícola como alternativa para redução de horas extras e melhor qualidade de vida para os funcionários
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2016
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O gasto com funcionários no final do mês é relevante em todas as empresas, porém há a contrapartida de se ter produtos e serviços resultantes do esforço e dedicação de todos. Quando não há estoque suficiente para cumprir com a demanda, as empresas como um todo se preocupam, pois o mercado está concorrido, e o fato de não poder fornecer pode abrir espaço para a concorrência. Dada à importância da contabilidade na tomada de decisões, este estudo tem como objetivo, analisar a viabilidade da implantação de um segundo turno em uma vinícola da Serra Gaúcha, como possibilidade para redução dos custos com horas extras, visando também à qualidade de vida dos funcionários. A fundamentação teórica abordou a gestão de pessoas, com o intuito de atingir os objetivos da empresa e também do colaborador. Com isso, trabalhou-se com questões como a de treinamentos, que é de grande valia para ambas as partes, qualidade de vida, que está diretamente ligada ao trabalho, contabilidade de custos, que é necessária na verificação dos custos dos setores e como seria a implantação de um segundo turno. A metodologia utilizada na pesquisa foi a de estudo de caso, descritiva, com abordagem qualitativa e quantitativa. A análise foi feita a partir dos gastos que se tem no ano com funcionários de alguns setores, incluindo as horas extras, e a viabilidade de se criar mais um turno de trabalho com algumas contratações e com divisão dos funcionários para os turnos. Os resultados obtidos demonstram ser mais viável a inclusão de um turno de trabalho. Assim, diminuindo-se o gasto com a folha de pagamento e aumentando-se a produção, além de ser menos cansativo para os colaboradores, o que diminuiria o desgaste físico e mental. Este fato, porém, reduziria os rendimentos dos colaboradores, visto que as horas extras elevavam o salário no final do mês e por isso, houve uma divisão nas opiniões dos funcionários. Alguns preferem trabalhar mais, mesmo que isso seja desgastante, para no final do mês alcançarem uma renda melhor e outros preferem trabalhar em carga horária normal, preocupando-se mais com a sua saúde, não apenas no presente, mas pensando no futuro, além de entenderem a situação da empresa, que em tempos de crise financeira visa reduzir gastos (sic).
