Desafios da maternidade atípica no TEA: possibilidades de atuação do psicólogo na abordagem sistêmica

dc.contributor.advisorMarcon, Silvana Regina Ampessan
dc.contributor.authorPerroni, Andressa Pereira Lovison
dc.contributor.otherDias, Daniela Duarte
dc.contributor.otherLorenzi, Fabiane Langon
dc.date.accessioned2026-01-29T12:46:55Z
dc.date.available2026-01-29T12:46:55Z
dc.date.issued2025-12-09
dc.date.submitted2025-11-27
dc.descriptionO tema do presente trabalho aborda as dificuldades da maternidade atípica no transtorno do Espectro Autista e possibilidades de atuação do psicólogo sob o viés sistêmico. O objetivo geral consiste em identificar os desafios da maternidade atípica no transtorno do espectro autista e as possibilidades de atuação do psicólogo na abordagem sistêmica. Como objetivos específicos, buscou-se caracterizar a maternidade atípica, caracterizar o Transtorno do Espectro Autista e identificar as possibilidades de atuação do psicólogo na abordagem sistêmica. A revisão de literatura contempla a maternidade típica e atípica, os desafios vivenciados por mães atípicas; o contexto histórico do TEA e as principais características diagnósticas descritas no DSM-5-TR, as atribuições da psicologia clínica, a atuação profissional do psicólogo clínico e os principais conceitos da psicologia sistêmica. O método adotado possui delineamento qualitativo, de caráter exploratório, com o intuito de ampliar a compreensão acerca da temática investigada. A fonte utilizada foi um artefato cultural: filme Farol das Orcas (2016). Como referencial de análise foi utilizada a Análise de Conteúdo, conforme proposta por Laville e Dionne (1999). Os resultados indicam que a maternidade atípica envolve complexidades emocionais, sociais e relacionais, exigindo constante adaptação das mães. Observa-se sobrecarga física e emocional nas mães atípicas, impactando no bem-estar psicológico e na dinâmica familiar, como culpa, medo e isolamento. O estudo evidenciou, ainda, a ausência paterna, a falta de redes de apoio e a reorganização do subsistema parental, na qual a mãe assume funções parentais sobrepostas. Esse cenário repercute diretamente no subsistema filial, caracterizando uma relação fusionada mãe-filho, influenciando a diferenciação e a autonomia emocional de ambos. Nesse contexto, a psicologia sistêmica se utiliza de diferentes abordagens para reorganizar o sistema familiar, fortalecer vínculos, promover recursos emocionais e relacionais dos indivíduos e sistemas. [resumo fornecido pelo autor]pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ucs.br/11338/15283
dc.language.isoptpt_BR
dc.subjectMaternidade - Aspectos psicológicospt_BR
dc.subjectTranstornos do espectro autistapt_BR
dc.subjectTerapia sistêmica (Terapia familiar)pt_BR
dc.subjectPsicólogospt_BR
dc.subjectPsicologia clínicapt_BR
dc.titleDesafios da maternidade atípica no TEA: possibilidades de atuação do psicólogo na abordagem sistêmicapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
local.aprovaaluno.publicacaop
local.aprovadocente.publicacaos
local.aptidaosem-necessidade
local.data.embargo2025-12-12
local.nota9,30
local.observacaoApenas parcialmente.
mtd2-br.advisor.instituationUniversidade de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.campusCampus Universitário de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.program.nameBacharelado em Psicologiapt_BR

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