Conhecimentos e atitudes de profissionais da saúde e educação sobre o Transtorno do Espectro Autista na adolescência

dc.contributor.advisorBisol, Cláudia Alquati
dc.contributor.authorCampos, Thayná Pathyuara Chiquito Mendes
dc.contributor.otherCemin, Tânia Maria
dc.contributor.otherSoares, Pollianna Galvão
dc.date.accessioned2024-02-27T13:53:02Z
dc.date.available2024-02-27T13:53:02Z
dc.date.issued2024-02-24
dc.date.submitted2023-10-19
dc.descriptionAo longo dos anos o Transtorno do Espectro Autista (TEA) vem sendo amplamente discutido e estudado. Devido a descobertas recentes que envolvem o diagnóstico e a intervenção precoce, as questões relacionadas ao estudo científico da adolescência no autismo tem ficado em segundo plano. No entanto, a população adolescente autista ou com suspeita de autismo também carece de estudos que evoluam a respeito das dimensões relacionadas ao diagnóstico tardio e intervenções baseadas em evidências voltadas para esse público. O objetivo dessa pesquisa é analisar o conhecimento e as atitudes dos profissionais da saúde e educação frente ao Transtorno do Espectro Autista, dando enfoque ao período da adolescência. Para isso, o método utilizado foi a aplicação de um questionário sobre conhecimentos e atitudes de profissionais da saúde e educação sobre TEA, adaptado das pesquisas de Oliveira (2011), Ferreira e Franzoi (2019) e Imran et al. (2011). Participaram 78 profissionais da área da Saúde e 36 profissionais da área da Educação do município de Presidente Dutra (MA), totalizando 114 participantes. Os dados obtidos foram analisados utilizando o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), no qual foram realizadas técnicas estatísticas descritivas para a elaboração de frequências absolutas e relativas. Entre os principais resultados, destaca-se que a maior parte dos participantes busca informações sobre TEA em redes sociais, sendo 52,8% da Saúde e 57,7% da Educação; em sites e blogs, 47,2% da Saúde e 60,3% da Educação. Esses profissionais também referem como indicados para diagnosticar autismo a equipe multiprofissional (61,1% da Saúde e 39,7% da Educação), o psicólogo (16,7% da Saúde e 29,5% da Educação) e o neurologista (16,7% da Saúde e 23,1% da Educação). Embora 69,4% dos profissionais da Saúde e 56,4% dos profissionais da Educação mencionem não ter tido formação profissional sobre autismo após a graduação, 69,4% dos profissionais da Saúde e 84,6% dos profissionais da Educação relatam ter contato com adolescentes autistas em seu ambiente laboral. Esse fato contribui para os resultados difusos apresentados nas questões relacionadas aos sinais, sintomas, características, causas, tratamentos e prognóstico do autismo. Como produto técnico, apresenta-se um projeto para realização de palestras com os profissionais da rede pública e privada, da saúde e educação do referido município. Também será disponibilizado material com conteúdo científico com o intuito de auxiliar na formação destes profissionais. Vale ressaltar a importância da realização de mais pesquisas que tenham como enfoque a adolescência no autismo, visto que esse público carece de bases mais sólidas para o diagnóstico, tratamento e inclusão escolar, visando melhora na sua qualidade de vida e na de seus familiares. [resumo fornecido pelo autor]pt_BR
dc.description.abstractOver the years, Autism Spectrum Disorder (ASD) has been widely discussed and studied. Due to recent discoveries involving diagnosis and early intervention, issues related to the scientific study of adolescence with autism have taken a back seat. However, the population of adolescents with autism or suspected autism also lacks studies on the dimensions related to late diagnosis and evidence-based interventions for this population. The aim of this research is to analyze the knowledge and attitudes of health and education professionals towards Autism Spectrum Disorder, focusing on the adolescent period. To this end, the method used was the application of a questionnaire on the knowledge and attitudes of health and education professionals about ASD, adapted from research by Oliveira (2011), Ferreira and Franzoi (2019) and Imran et al. (2011). A total of 78 health professionals and 36 education professionals from the municipality of Presidente Dutra (MA) took part, totaling 114 participants. The data obtained was analyzed using the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), in which descriptive statistical techniques were used to produce absolute and relative frequencies. Among the main results, it stands out that most of the participants search for information about ASD on social networks, 52.8% from Health and 57.7% from Education; on websites and blogs, 47.2% from Health and 60.3% from Education. These professionals also refer to the multiprofessional team (61.1% from Health and 39.7% from Education), the psychologist (16.7% from Health and 29.5% from Education) and the neurologist (16.7% from Health and 23.1% from Education) as being indicated to diagnose autism. Although 69.4% of health professionals and 56.4% of education professionals mention not having had professional training on autism after graduation, 69.4% of health professionals and 84.6% of education professionals report having contact with autistic adolescents in their work environment. This contributes to the diffuse results presented on questions related to the signs, symptoms, characteristics, causes, treatments and prognosis of autism. As a technical product, we present a project to give talks to public and private health and education professionals in the municipality. Material with scientific content will also be made available to help train these professionals. It is worth emphasizing the importance of carrying out more research focusing on adolescents with autism, since this group lacks a more solid basis for diagnosis, treatment and school inclusion, with a view to improving their quality of life and that of their families. [resumo fornecido pelo autor]en
dc.identifier.urihttps://repositorio.ucs.br/11338/13098
dc.language.isoenpt_BR
dc.language.isoptpt_BR
dc.subjectTranstornos do espectro autistapt_BR
dc.subjectAutismopt_BR
dc.subjectAdolescênciapt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectSaúdept_BR
dc.subjectAutism spectrum disordersen
dc.subjectAutismen
dc.subjectAdolescenceen
dc.subjectEducationen
dc.subjectHealthen
dc.titleConhecimentos e atitudes de profissionais da saúde e educação sobre o Transtorno do Espectro Autista na adolescênciapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
local.aprovaaluno.publicacaop
local.aprovadocente.publicacaos
local.aptidaosem-necessidade
local.data.embargo2026-02-23
local.observacao
mtd2-br.advisor.instituationUniversidade de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/6396050826969834pt_BR
mtd2-br.author.lattesCampos, Thaynápt_BR
mtd2-br.campusCampus Universitário de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.contributor.coorientadorPires, João Ignácio Lucas
mtd2-br.program.nameMestrado Profissional em Psicologiapt_BR

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