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dc.contributor.advisorKlein, Simone Fonseca de Andrade
dc.contributor.authorAlberton, Bruna Benini
dc.contributor.otherVieira, Guilherme
dc.contributor.otherMachado, Rosimeri
dc.date.accessioned2026-01-20T18:17:32Z
dc.date.available2026-01-20T18:17:32Z
dc.date.issued2025-12-13
dc.date.submitted2025-07-03
dc.identifier.urihttps://repositorio.ucs.br/11338/15219
dc.descriptionA expatriação é uma prática cada vez mais comum e importante para empresas que buscam expandir suas operações globais e fortalecer sua competitividade internacional. A eficácia na adaptação intercultural dos expatriados é crucial para o sucesso dessas missões e impacta diretamente no desempenho organizacional e na retenção de talentos. O presente estudo teve o objetivo geral de analisar a percepção em torno das diferenças na adaptação intercultural entre expatriados homens e mulheres. O estudo da adaptação na expatriação sob a perspectiva de gênero é crucial e necessário, pois as experiências e desafios enfrentados por homens e mulheres podem variar consideravelmente devido às diferentes vivências e expectativas de cada grupo. Uma boa compreensão destas nuances deve auxiliar no desenvolvimento de políticas de gestão de expatriados mais inclusivas e pontuais. A pesquisa realizada foi de natureza qualitativa e de nível exploratório, utilizando entrevistas semiestruturadas orientadas pelo método de análise proposto por Haslberger (2010) para a coleta de dados. Os resultados apontaram que homens focam sua atenção em abordagens mais práticas e objetivas da adaptação, centradas em aspectos como idioma ou características pontuais e de vivência no país em si. Já expatriadas mulheres apresentam abordagens mais relacionais, de distância cultural e estratégias pessoais adotadas para lidar com desafios que enfrentam. [resumo fornecido pelo autor]pt_BR
dc.description.abstractExpatriation is an increasingly common and important practice for companies seeking to expand their global operations and strengthen their international competitiveness. The effectiveness of expatriates' intercultural adaptation is crucial to the success of these assignments and has a direct impact on organizational performance and talent retention. The main objective of this study is to analyze the the perception around the differences in intercultural adaptation between male and female expatriates. Examining adaptation in expatriation from a gender perspective is both essential and necessary, as the experiences and challenges faced by men and women can vary considerably due to the distinct backgrounds and expectations of each group. A solid understanding of these nuances should support the development of more inclusive and targeted expatriate management policies. This research employed a qualitative and exploratory approach, using semi-structured interviews guided by the analytical framework proposed by Haslberger (2010) for data collection. The results indicated that men tend to focus on more punctual and objective aspects of adaptation, such as language or functional elements related to daily life in the host country. Female expatriates, on the other hand, demonstrated more relational approaches, emphasizing cultural distance and personal strategies adopted to cope with the challenges they encountered. [resumo fornecido pelo autor]pt_BR
dc.language.isoptpt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectExpatriaçãopt_BR
dc.subjectRelações culturais - Adaptaçãopt_BR
dc.titleDiferenças de gênero na adaptação intercultural de expatriados: uma análise comparativapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
mtd2-br.advisor.instituationUniversidade de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.program.nameComércio Internacional - Bachareladopt_BR
mtd2-br.campusCampus Universitário da Região dos Vinhedospt_BR


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