Análise da autocicatrização de fissuras por indução em concretos produzidos com aditivos cristalizantes

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2021-12-15

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O concreto é um dos materiais mais utilizados no mundo, sendo seu uso diretamente relacionado a sua durabilidade. Entretanto, o concreto está sujeito a manifestações patológicas caracterizadas principalmente por fissuras, que servem como pontos de entrada de agentes agressivos, como os cloretos, os quais aceleraram os processos de corrosão das armaduras e causam a deterioração da estrutura e consequente a redução da sua vida útil. Um processo que contribui para o reparo da estrutura de concreto é a autocicatrização, que tem a capacidade de selar as fissuras e recuperar suas propriedades. A autocicatrização pode ocorrer de forma autônoma com a modificação do concreto por meio de uma adição, que induz o material a este processo ou autógena, como um processo natural, intrínseco às propriedades e à composição dos materiais cimentícios. Para aumentar a capacidade de autocicatrização do concreto, pode-se utilizar o aditivo cristalizante que é considerado um estimulador deste fenômeno. O aditivo cristalizante é misturado a matriz cimentícia durante a sua produção e é considerado um impermeabilizante por cristalização integral que reage com a água e com as partículas de cimento, formando cristais que selam os poros e as fissuras existentes e, desta forma, reduz a permeabilidade do concreto e impede a infiltração de água e demais agentes agressivos ao seu interior, garantindo à estrutura uma maior durabilidade. Desta forma, esta pesquisa tem o objetivo de avaliar a influência do aditivo cristalizante frente a autocicatrização do concreto. Para isso, foi confeccionado amostras de concreto com aditivo cristalizante e três diferente teores de aditivo, 1%, 2,5% e 4%. Foi avaliado o processo de autocicatrização e o desempenho do aditivo cristalizante através de ensaios físicos e mecânicos, analisando a capacidade de recuperação das propriedades do concreto, sendo que foi induzido fissuras através de um pré-carregamento aos 7 e 28 dias, para avaliar a capacidade de cicatrização dessas fissuras. Observou-se que as matrizes cimentícias com o aditivo cristalizante apresentaram maior capacidade de recuperação das propriedades físicas e mecânicas, provavelmente pelo efeito da autocicatrização, além de apresentarem menor permeabilidade e absorção de água em relação a amostra referência. Nas amostras com aditivo cristalizante, também foi verificado melhor efeito em fissuras jovens e com a utilização do teor de 2,5% de aditivo cristalizante. [resumo fornecido pelo autor]

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