Análise de risco comparativa entre a geração distribuída e a autoprodução de energia diante da abertura do mercado livre

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2023-12-01

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Conforme previsto na Portaria nº 50/2022, a partir de 2024, todos os consumidores que pertencem ao Grupo A, estarão habilitados a migrar para o mercado livre de energia. Este fator, atrelado à crescente demanda por energia limpa, impulsionam os investimentos em usinas fotovoltaicas na modelagem de autoprodução ou geração distribuída. Por estes motivos, este estudo teve como objetivo avaliar a viabilidade econômica e os riscos associados a estes investimentos. Para conduzir as análises, considerou-se um consumidor com demanda contratada menor que 500 kW. Para atender o consumo de energia foram simuladas duas capacidades distintas de usinas, uma de 224,4 kWp, destinada a suprir 50% do consumo e outra com 451 kWp para atender integralmente. Além disso, ambas as usinas foram submetidas a duas abordagens de investimento: em geração distribuída e em autoprodução no mercado livre. A partir desses dados, foram conduzidas análises de viabilidade e riscos. As análises de viabilidade revelaram que as modelagens de investimento são atrativas, contudo, o modelo APE se destaca devido aos seus benefícios tarifários. Em relação à análise de riscos, ao comparar a usina de maior potência entre as modelagens GD e APE, com um nível de confiança de 60%, observa-se a Taxa Interna de Retorno (TIR) mínima de 10% para a usina em GD e 20,9% para a usina em APE. [resumo fornecido pelo autor]

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