Atravessamentos e implicações na vida acadêmica de estudantes autistas no ensino superior

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2024-12-12

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Esta pesquisa está circunscrita no programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Caxias do Sul, sob a linha de pesquisa: Processos Educacionais, Linguagem, Tecnologia e Inclusão, objetiva compreender os atravessamentos e implicações na vida acadêmica de jovens autistas. Para tanto, trilha-se um percurso inicialmente teórico que abordará a questão da deficiência sob as perspectivas do modelo médico da deficiência e do modelo social da deficiência, ambos parte da corrente teórica Disability studies que surge como espaço para repensar e analisar a deficiência e suas implicações, é sustentada por intelectuais com deficiência. Constatam que as abordagens da deficiência perpassam os séculos e deixam marcas históricas e subjetivas nos sujeitos assim definidos. No primeiro momento deste trabalho, faz-se uma imersão nas perspectivas da educação no que tange as pessoas com deficiência e públicos alvo das perspectivas de educação especial até a educação inclusiva. Tal percurso, para o autismo, se dá em paralelo com a deficiência, contudo o surgimento da proposta da neurodiversidade tensiona os discursos patologizantes e os estigmas sociais que se aplicam ao autismo. Com isso, sob a análise de dados de Bardin (2011), às máximas éticas e sob a metodologia de entrevista semi-estruturada desenvolve-se uma pesquisa empírica com seis jovens autistas regularmente matriculados em alguma instituição de ensino superior para, sobretudo, escutar e poder analisar as perspectivas, atravessamentos, angústias e conquistas que esses jovens vivenciam na academia. Os resultados foram organizados em três categorias: a) Compreensão de si; b) O outro e A mãe; e c) Do Eu autista na Universidade. Os resultados revelam inicialmente as marcas profundas que os atravessamentos subjetivos e práticos que o meio social e a universidade provocam no indivíduo. Outrossim, pode-se constatar que a subjetividade desses sujeitos é marcada pelos estigmas sociais e pelas afirmações e delimitações aplicadas aos sujeitos autistas. Por fim, alguns horizontes desenham-se a partir da imersão nas narrativas e análises que podem ser caminhos para a inclusão sob a perspectiva da educação inclusiva que consistem primeiramente na execução das pesquisas dessa natureza se darem com protagonismo dos sujeitos centrais dela e para além, ser possibilidade de alargamento das margens sociais e ampliação de espaços para os sujeitos autistas. [resumo fornecido pelo autor]

Resumo

Esta investigación se circunscribe al Programa de Postgrado en Educación de la Universidad de Caxias do Sul, bajo la línea de investigación: Procesos Educativos, Lenguaje, Tecnología e Inclusión, con el objetivo de comprender los cruces e implicaciones en la vida académica de jóvenes autistas. Para ello, se sigue un camino inicialmente teórico que abordará el tema de la discapacidad desde las perspectivas del modelo médico de discapacidad y del modelo social de discapacidad, ambos parte de la corriente teórica de los estudios de discapacidad que surge como un espacio para repensar y analizar. discapacidad y sus consecuencias, es apoyado por intelectuales con discapacidad. Señalan que los enfoques sobre la discapacidad abarcan siglos y dejan marcas históricas y subjetivas en los temas así definidos. En el primer momento de este trabajo se realiza una inmersión en las perspectivas de la educación en relación con las personas con discapacidad y públicos destinatarios desde las perspectivas de la educación especial hasta la educación inclusiva. Este camino, para el autismo, ocurre en paralelo con la discapacidad, sin embargo el surgimiento de la propuesta de neurodiversidad pone énfasis en los discursos patologizantes y estigmas sociales que se aplican al autismo. Por ello, a partir del análisis de datos de Bardin (2011), máximas éticas y metodología de entrevista semiestructurada, se desarrolló una investigación empírica con seis jóvenes autistas matriculados regularmente en una institución de educación superior para, sobre todo, escuchar y poder analizar las perspectivas, cruces, angustias y logros que estos jóvenes viven en la academia. Los resultados se organizaron en tres categorías: a) Comprensión de uno mismo; b) El otro y la madre; y c) El yo autista en la Universidad. Los resultados revelan inicialmente las profundas marcas que los cruces subjetivos y prácticos que el entorno social y la universidad provocan en el individuo. Además, se puede observar que la subjetividad de estos sujetos está marcada por estigmas sociales y por las afirmaciones y delimitaciones aplicadas a los sujetos autistas. Finalmente, se dibujan algunos horizontes a partir de la inmersión en narrativas y análisis que pueden ser caminos hacia la inclusión desde la perspectiva de la educación inclusiva, que consisten principalmente en realizar investigaciones de esta naturaleza con los sujetos centrales de la misma tomando protagonismo y más allá, ser una posibilidad. de ampliar los márgenes sociales y ampliar los espacios para los sujetos autistas. [resumo fornecido pelo autor]

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