Reflexos do estresse no meio acadêmico: uma pesquisa sobre o nível de estresse de estudantes da área de Ciências Sociais da Universidade de Caxias do Sul
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2019
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Ao longo da graduação, o estudante tem contato com diversos agentes estressores, provenientes do ambiente acadêmico ou não, e também com alguns fatores de pressão internos e externos, que exigem do organismo uma série de adaptações. Nessa busca pelo equilíbrio, podem-se apresentar alguns efeitos colaterais e sinais de cansaço que afetam o indivíduo a nível cognitivo, fisiológico ou comportamental. A prolongação desse quadro pode contribuir para a evolução das fases do estresse a longo prazo e, consequentemente, a piora dos sintomas. Pensando nisso, elaborou-se essa pesquisa com o objetivo de verificar os níveis de estresse em que se encontram os estudantes dos cursos de Ciências Contábeis, Administração, Ciências Econômicas e Comércio Internacional da Universidade de Caxias do Sul. A metodologia utilizada foi uma pesquisa bibliográfica, do tipo survey, descritiva e com uma análise quantitativa e qualitativa. Ao final da pesquisa, identificou-se uma parcela significativa de estudantes sob estresse, e uma quantidade muito alta de estudantes com sinais de cansaço. Com base em uma amostra de 228 estudantes, em sua maioria entre 18 e 25 anos, solteiros e sem filhos, verificou-se que 16% se encontram na primeira fase do estresse, 36% estão na segunda fase, 9% enquadram-se na terceira fase e 12% já atingiram a última fase. Todos os cursos apresentaram resultados semelhantes no que diz respeito à identificação de sintomas de estresse, não sendo possível elencar um deles como principal. No entanto, com relação à percepção de estresse própria do estudante e à forma como o mesmo sente-se prejudicado, observou-se altos níveis de estresse e cansaço entre os estudantes de todos os cursos, especialmente em Ciências Contábeis, que apresentou os índices mais altos, chegando a 97% dos casos com sensação de prejuízo causado pelo estresse.(sic)
