"Onde todos os homens são transformados em Zé e todas as mulheres em Maria": as interfaces entre violência estrutural e saúde no Brasil

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2020-12-03

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A presente monografia tem como temática Violência Estrutural e Saúde, a qual se delimitou como problema de pesquisa: em que medida a violência estrutural interfere na saúde da população, a partir do conceito ampliado do processo saúde-doença? A partir disso, teve-se como questões norteadoras: (i) Como a violência, nas suas múltiplas expressões, pode ser conceituada e analisada sob a perspectiva crítica-dialética?; (ii) Como caracteriza-se a violência estrutural na sociedade capitalista?; (iii) O que implica o conceito ampliado do processo saúde-doença?; (iv) Como a violência passou a ser incluída na agenda pública do setor saúde?; Quais os fatores que caracterizam a violência como um agravo à saúde? e; (v) Como a violência estrutural, expressada fundamentalmente pela desigualdade social, interfere na saúde da população?. Definiu-se, portanto, como objetivo geral, sistematizar conhecimentos a respeito da presentificação da violência na sociedade, enfatizando a matriz estrutural da violência como um agravo à saúde, a partir do conceito ampliado do processo saúde-doença. Trata-se de um Trabalho de Conclusão de Curso, cujo método para o desenvolvimento foi amparado pelo crítico dialético, pautado na teoria marxista, usando dos seguintes instrumentos metodológicos: pesquisa bibliográfica e documental. Na pesquisa documental foram utilizados principalmente o Relatório Final da 8ª Conferência Nacional de Saúde, a Declaração Alma-Ata e a Carta de Otawa. Como principais resultados, destaca-se a presentificação da violência a partir do seu caráter multicausal e multidimensional na sociedade. O destaque principal é para a caracterização da violência estrutural na sociedade capitalista, expressada fundamental pela intensa desigualdade social, produto do antagonismo entre classes, que assola indivíduos e grupos específicos no Brasil. Por sua vez, constata-se que os indivíduos e grupos que vivem sob tais condições têm seu direito e potencial à Saúde violados, a partir da determinação social do processo saúde-doença, que entende saúde para além da doença e, fundamentalmente determinada pela forma como a sociedade encontra-se organizada. [resumo fornecido pelo autor]

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