Avaliação da influência da velocidade de corte, avanço por gume e revestimento de ferramenta no fresamento de eletrodos de grafite
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2014
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Devido à crescente necessidade de confecção de moldes com prazos e custos cada vez menores, as ferramentarias precisam se adequar ao mercado e devem melhorar os seus processos de fabricação. Um dos processos mais críticos no que diz respeito à precisão dimensional e tempo para confecção de um molde é a usinagem de eletrodos. A utilização de grafite como matéria-prima para os eletrodos vem sendo altamente satisfatória, já que este material possui como qualidade a rápida usinagem e a possibilidade de grandes variedades geométricas. Visto que este material possui como desvantagem o alto nível de desgaste em ferramentas durante a sua usinagem, este trabalho avaliou o comportamento do desgaste de flanco e do acabamento do grafite perante a variação dos parâmetros velocidade de corte, avanço por gume e revestimento. A combinação de parâmetros que gerou o menor desgaste de flanco foi com a utilização da velocidade de corte de 700 m/min, avanço por gume de 0,07 mm/gume e revestimento diamantado, sendo que o parâmetro que mais influenciou no desgaste foi o revestimento da ferramenta. Com relação ao acabamento, os parâmetros que geraram a menor rugosidade foram a utilização da velocidade de corte de 400 m/min, avanço por gume de 0,04 mm/gume e revestimento diamantado, sendo que o parâmetro que mais influenciou no acabamento foi o avanço por gume. O principal mecanismo de desgaste foi a abrasão (sic).
