Impactos do uso noturno de telas no sono de crianças na terceira infância

dc.contributor.advisorGodoy, Rossane Frizzo de
dc.contributor.authorDella Giustina, Pedro Henrique Pontalti
dc.contributor.otherBalico, Luciana Cristina Mancio
dc.contributor.otherBoff, Raquel de Melo
dc.date.accessioned2026-01-26T11:57:15Z
dc.date.available2026-01-26T11:57:15Z
dc.date.issued2025-12-03
dc.date.submitted2025-11-26
dc.descriptionIntrodução: O uso noturno de telas tem sido apontado como fator de risco para encurtamento e piora da qualidade do sono em crianças. Na terceira infância (6-12 anos), a proximidade do uso em relação ao horário de deitar parece particularmente relevante. Objetivo: Identificar os impactos do uso noturno de telas no sono de crianças na terceira infância, caracterizando aspectos fundamentais e destacando associações relevantes. Métodos: Realizada uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa. Foi utilizada a base de dados da PubMed e periódicos como JAMA e Pediatrics Journal. Critérios de inclusão contemplaram publicações que abordavam a relação direta entre uso noturno de telas e sono, em língua inglesa, publicadas entre 2015 e 2025; e de exclusão contemplaram correlações com outros transtornos e uso diurno de telas, além da faixa etária diferente de 6 a 12 anos. Como instrumentos foram utilizadas fichas de leitura. Resultados: Nos resultados observou-se que o uso de telas na última hora antes de dormir, sobretudo já na cama, esteve associado a redução média de 30 a 60 minutos de sono por noite, aumento da latência para adormecer em mais de 30 minutos e piora dos escores de sono avaliados pelo Children's Sleep Habits Questionnaire. Apenas manter o dispositivo no quarto, mesmo sem uso ativo, aumentou em torno de 70 a 90% as chances de sono insuficiente e também elevou a probabilidade de sonolência diurna, conforme escalas padronizadas. Quando o uso ocorria no escuro, registrou-se deslocamento do ponto médio do sono, jet lag social acima de 1 hora e necessidade de sono de recuperação no fim de semana, mensurados por questionário de cronotipo e rotina de sono, além de queda em qualidade de vida medida pelo KIDSCREEN-10. Comportamentos noturnos específicos, como deixar o telefone com toque ligado, responder mensagens ou usar redes sociais ao deitar, indicaram menor duração semanal e mais distúrbios de sono captados pela Sleep Disturbance Scale for Children, enquanto desligar ou retirar o aparelho do quarto se associou a melhores desfechos. Conclusões: Em crianças de 6-12 anos, telas perto do adormecer, na cama e no escuro estão consistentemente associadas a encurtamento e piora da qualidade do sono. Recomenda-se retirar dispositivos do quarto, desligar notificações/toque e instituir, no mínimo, 1 hora "off-screen" antes de dormir. Apesar de limitações como auto-relato, heterogeneidade e predominância de desenhos observacionais, a convergência entre métodos e a evidência prospectiva dão robustez às conclusões. [resumo fornecido pelo autor]pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ucs.br/11338/15248
dc.language.isoptpt_BR
dc.subjectSonopt_BR
dc.subjectTempo de telapt_BR
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectPsicologia infantilpt_BR
dc.titleImpactos do uso noturno de telas no sono de crianças na terceira infânciapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
local.aprovaaluno.publicacaop
local.aprovadocente.publicacaos
local.aptidaosem-necessidade
local.data.embargo2025-12-02
local.nota9,70
local.observacao
mtd2-br.advisor.instituationUniversidade de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.campusCampus Universitário de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.program.nameBacharelado em Psicologiapt_BR

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