Prevalência do segundo canal mésio-vestibular em molares superiores por meio de análise tomográfica em uma subpopulação do Sul do Brasil

dc.contributor.advisorGamba, Thiago de Oliveira
dc.contributor.authorPaludo, Ana Karina
dc.contributor.otherBeltrami, Lilian Rossa
dc.contributor.otherZorzi, Janete
dc.contributor.otherCorso, Leandro Luís
dc.date.accessioned2022-11-01T18:38:47Z
dc.date.available2022-11-01T18:38:47Z
dc.date.issued2022-11-01
dc.date.submitted2022-09-27
dc.descriptionO presente estudo teve como objetivo analisar, por meio de exames de Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico, a prevalência do segundo canal mésio-vestibular da raiz mésio-vestibular de primeiros e segundos molares superiores, segundo a classificação de Vertucci, em pacientes de uma subpopulação do sul do Brasil.Este estudo avaliou um total de 439 primeiros e segundos molares superiores submetidos a exames de Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico como parte de seu diagnóstico e tratamento odontológico. A avaliação das imagens foi realizada por dois observadores calibrados. Os dados foram analisados por meio da análise de frequência e o teste Kappa-Fleiss foi aplicado para medir concordância entre os examinadores com intervalo de confiança de 95%.A prevalência do canal foi 71,4% nos primeiros molares direitos, 56,9% nos primeiros molares esquerdos, 39,4% nos segundos molares direitos e 37,87% nos segundos molares esquerdos. Sem a divisão pelo sexo pode-se evidenciar a prevalência de 63,5% nos 1° molares superiores e 38,7% nos segundos molares superiores. Já a classificação de Vertucci mais frequente, foi 39,28% do tipo II em primeiros molares e 61,31% do tipo I em segundos molares. Não houve discordância entre os avaliadores. Esse estudo comprovou a importância da Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico para análise da prevalência e avaliação morfológica do canal MV2 em molares superiores em uma subpopulação localizada no estado do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil. Neste sentido, identificou-se nessa população a prevalência do segundo canal mésio-vestibular com valores de 63,5% nos 1° molares superiores e 38,7% nos segundos molares superiores. Com a configuração morfológica mais frequente, do tipo II em primeiros molares e do tipo I em segundos molares. [resumo fornecido pelo autor]pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ucs.br/11338/11092
dc.language.isoptpt_BR
dc.subjectEndodontiapt_BR
dc.subjectMolarespt_BR
dc.subjectOdontologiapt_BR
dc.subjectTomografia computadorizada de feixe cônicopt_BR
dc.subjectEndodonticsen
dc.subjectMolarsen
dc.subjectDentistryen
dc.subjectConical computerized orderingen
dc.titlePrevalência do segundo canal mésio-vestibular em molares superiores por meio de análise tomográfica em uma subpopulação do Sul do Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
local.aprovaaluno.publicacaop
local.aprovadocente.publicacaos
local.aptidaosem-necessidade
local.data.embargo2024-01-15
local.observacao
mtd2-br.advisor.instituationUniversidade de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/6040938118480103pt_BR
mtd2-br.author.lattesAna Karina Paludopt_BR
mtd2-br.campusCampus Universitário de Caxias do Sulpt_BR
mtd2-br.program.nameMestrado Acadêmico em Ciências da Saúdept_BR

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