Aplicabilidade da economia comportamental nas políticas públicas de doação de órgãos no Brasil
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2019
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A economia comportamental surgiu no final da última década para desgarrar o conceito de que o indivíduo age de modo racional em todos os momentos, como o pressuposto pela teoria neoclássica, quebrando o paradigma do homo economicus. A adoção de tal preceito vem sendo utilizada em várias áreas, inclusive para o desenvolvimento de políticas públicas, especialmente na área da saúde, tem se provado efetivo e benéfico para o aumento do número de doadores de órgãos em nações ao redor do mundo. No caso do Brasil, considerando os pressupostos da economia comportamental nas políticas públicas de doação de órgãos, estima-se que ao inverter o efeito do status quo na elaboração de políticas e consolidação de leis, a quantidade de cadáveres passíveis de transplante aumente em 16%, o que beneficiaria não só a sociedade como um todo, mas também faria com que a intenção das pessoas fosse ao encontro com suas efetivas ações nesse quesito.(sic)
